Como a terapia de LED funciona
A terapia de LED, também chamada de fotobiomodulação, usa luz de baixa intensidade em comprimentos de onda específicos. As células da pele absorvem essa luz e respondem com mais energia celular, o que modula inflamação e favorece a reparação do tecido.
Não é laser ablativo: não cria microcanais, não queima e não exige tempo de recuperação. Cada cor de luz tem uma finalidade, e o protocolo escolhe a combinação conforme a queixa.
Principais benefícios
Calma e recuperação: a luz vermelha e a infravermelha ajudam a reduzir o desconforto e a vermelhidão depois de procedimentos como laser, microagulhamento e peelings, apoiando a cicatrização.
Qualidade da pele: há estudos mostrando melhora de textura, viço e rugas finas com sessões repetidas, em geral com resultado discreto e progressivo, que depende de constância.
Pele com tendência a acne: a luz azul tem ação sobre a bactéria envolvida na acne inflamatória e pode entrar como apoio, não como tratamento isolado.
É confortável, sem anestesia e sem afastamento das atividades, o que facilita encaixar no plano de cuidado.
Opções de tratamento
Sessão isolada de manutenção ou viço: indicada para quem quer cuidar da qualidade e do conforto da pele, em série de sessões definida na avaliação.
Pós-procedimento: sessão logo depois de laser de CO2, Lavieen, peeling ou microagulhamento, para acalmar a pele e apoiar a recuperação.
Plano combinado: LED junto com tecnologias de renovação, bioestimuladores e cuidado domiciliar, em sequência planejada.
Apoio no controle de manchas: pode compor o plano de pele, mas o melasma exige protocolo próprio e a luz sozinha não resolve; a avaliação define o papel do LED em cada caso.
O que o LED não faz
Não substitui bioestimulador, preenchimento, ultrassom microfocado ou laser quando a queixa é de volume, flacidez moderada ou cicatriz marcada. O efeito do LED é suave e cumulativo, e é preciso alinhar a expectativa antes de começar.
Cuidados e contraindicações
Informe uso de medicamentos fotossensibilizantes, histórico de fotossensibilidade, epilepsia fotossensível, gestação e doenças de pele ativas na área. A indicação e o número de sessões são definidos presencialmente.
Perguntas frequentes
A terapia de LED dói ou queima?
Não. A luz é de baixa energia e a sensação é de leve calor ou nenhuma. Não há anestesia nem tempo de recuperação.
Quantas sessões são necessárias?
Depende do objetivo. Efeitos de qualidade de pele são cumulativos e pedem série de sessões, definida na avaliação.
Posso fazer LED depois do laser?
Sim, é uma das indicações mais comuns, para acalmar e apoiar a recuperação. O momento e o protocolo são orientados pela equipe.
LED trata melasma?
Não sozinho. Pode compor o plano de pele, mas o melasma exige protocolo próprio de controle.
Todo mundo pode fazer?
A maioria das pessoas pode, mas há contraindicações, como fotossensibilidade e uso de certos medicamentos. A avaliação define a indicação.
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Autor: Dr. Fábio Marques de Almeida · Mestre e Doutor em Ciências da Saúde (UFG) · Especialista em Estética Facial, Corporal e Capilar Avançadas · Supervisor do Morfofuncional, Medicina UNIFAN.
Conteúdo informativo, sem caráter de promessa de resultado. Os efeitos variam conforme idade, pele, hábitos e resposta individual, e todo plano exige avaliação presencial.